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Assassin’s Creed Shadows : Ubisoft tire sa révérence avec une ultime mise à jour Ubisoft s’apprête à refermer le chapitre d’Assassin’s Creed Shadows avec une mise à jour finale qui promet d’être conséquente. Au programme : un dernier arc narratif pour Naoe et Yasuke, un mode défi inédit baptisé Domains, et des récompenses issues du prochain remaster Black Flag Resynced. Un adieu en grande pompe pour un jeu qui n’aura pas laissé indifférent. Un dernier chapitre pour clore… Assassin’s Creed Shadows : Ubisoft tire sa révérence avec une ultime mise à jour
I’m at work thinking about Yasuke again. Idk why this is true but he is and always will be one of the most important historical figures to me. Him, Orson Welles, and Robespierre are like the only three people on earth I will drop everything I’m doing to read about if I think I could possibly learn something new about them. I don’t even know why. This just is true.
“You planted a lot of blue anemones,” Ibuki said softly. Yasuke had wanted to show them the newest statue in the hideout’s meditation garden. Ibuki’s voice was like a courtier’s, elegant and cutting. Gradually Tomiko’s farmstead was starting to feel like home for Yasuke, and that had begun to mean seeing Ibuki there, tending the fire or pulling fish from the river. So, blue anemones at the base of the gorinto in the summer heat, blue anemones along the path, blue anemones in the dappled sun-and-shadow of the fast-growing bamboo. “Of course,” Yasuke said. “I know you like them.” Ibuki plucked a flower, their gold-threaded clothing rustling. Smiling, they raised the stem almost to Yasuke’s lips, then touched his mouth with the flower like a kiss.
“ Yasuke (Japanese: 弥助 / 弥介) was a samurai of African origin who served Oda Nobunaga between 1581 and 1582, during the Sengoku period, until Nobunaga’s death.” wikipedia.org “ Yasuke was the only African and first non-Japanese samurai . His story began around 1579 in Edo Japan.” africa.isp.msu.edu Do you dig it? Hell, yeah! God, no! See Results
YISHAQ: O ROMANCE QUE DEVOLVE A YASUKE SEU CONTINENTE PERDIDO Escrever este livro foi, antes de tudo, um ato de escuta. Não de uma memória pessoal, mas de uma memória coletiva — esgarçada pelo tempo, abafada por séculos de silêncio, ainda assim pulsante. Entre a África e o Japão do século XVI , reencontrei não apenas personagens históricos, mas também um espelho da condição humana : o desejo de atravessar mundos, resistir ao apagamento e preservar, mesmo na adversidade, um sentido de dignidade . A figura de Yasuke — conhecido no Japão como o samurai negro a serviço de Oda Nobunaga — foi meu ponto de partida. Mas logo compreendi que ele não era apenas um personagem singular perdido nas crônicas estrangeiras. Era, na verdade, o vértice visível de uma travessia muito mais longa, iniciada nas nascentes do Nilo, entre os reinos de Alódia e Fazughli , e moldada por civilizações africanas cristãs que o mundo moderno insistiu em esquecer. Yishaq: O Guerreiro Negro de Soba nasceu, portanto, do desejo de devolver espessura humana a essa trajetória , tantas vezes reduzida à curiosidade exótica de um “ samurai africano ”. Nos últimos anos, Yasuke voltou ao centro da cultura pop e da historiografia internacional. Biografias como African Samurai (Thomas Lockley & Geoffrey Girard, 2019) reconstruíram com vigor documental o período japonês do personagem, apresentando ao grande público o primeiro “samurai estrangeiro” e suas passagens mais célebres — do encontro com Nobunaga ao episódio de Honnō-ji. Na França, Yasuké: Le samouraï noir (Serge Bilé, 2018) seguiu o mesmo caminho, e, no Brasil, surgiram títulos introdutórios e infantojuvenis que, embora essenciais para a difusão do tema, concentram-se majoritariamente no ciclo japonês , com pouca ou nenhuma atenção ao pano de fundo africano ou ao arco espiritual do protagonista . Nesse cenário, Yishaq oferece algo diferente — e necessário . O romance reconstrói o continente anterior de Yasuke com uma ambição rara na ficção histórica em língua portuguesa . A narrativa nasce na antiga Núbia , atravessa Alódia e Fazughli , incorpora a cosmovisão dos povos Dinka (com Nhialic e os salmos em geʿez), percorre Moçambique , Goa e Lisboa , e só então irrompe no Japão Sengoku com toda a carga de sentido acumulada . Yasuke deixa de ser um fenômeno isolado em Kyōto para se tornar, enfim, um personagem transcontinental — corpo, memória e fé em movimento. Além da escala, o romance propõe uma e strutura narrativa original: toda a história é confiada à voz do jesuíta A lessandro Valignano, já no fim da vida, que guarda um alforje com as memórias de Y asuke escritas em copta, geʿez, português, latim e japonês. Ao t ransmiti-las oralmente a um jovem africano, ele s e recusa a permitir que a Europa “aplane” a voz do protagonista. A escolha não é apenas e stética, mas é tica: o livro entrelaça memória oral africana e documentação luso-japonesa como d ois fios de uma mesma verdade — contrastantes, mas i nseparáveis. Uma abertura cinematográfica e erudita, situada em Macau , no Natal de 1605 , no Colégio de São Paulo — já estabelecendo o eixo África–Lisboa–Japão e apresentando Valignano , a ponte real que ligou Yasuke à missão jesuíta e ao arquipélago japonês . Um arcabouço histórico robusto , com capítulos temáticos e contexto amplo (Núbia, Alódia, Fazughli, cristianismo oriental, missão jesuíta, rituais africanos, Japão Sengoku, shogunato, shinobi, sexualidade, ética samurai…), útil tanto para o leitor geral quanto para o pesquisador. Uma poética da memória resistente , onde o romance se assume ficcional, mas firma um pacto com a verdade humana do passado: “ a memória […] pode atravessar desertos e oceanos, séculos e impérios ”. Comparado às biografias internacionais — que se concentram no ciclo japonês e na ascensão cortesã de Yasuke — Yishaq desloca o centro de gravidade do personagem . Em vez de um herói que “nasce” ao pisar Kyūshū, vemos um homem cuja dignidade foi forjada entre igrejas coptas de barro, salmos em geʿez e os códigos de honra dos pastores do Vale do Nilo . Isso representa um ganho simbólico e narrativo decisivo: a história deixa de ser “curiosa” e passa a ser necessária — porque explica, com raízes e lógica interna, como um africano cristão pôde tornar-se guarda de um daimyō no extremo oposto do mundo sem perder o fio de sua origem . O diálogo de Yishaq com a bibliografia existente é, portanto, ao mesmo tempo complementar e transformador : onde African Samurai documenta o Japão, Yishaq ilumina o que veio antes e o que veio depois — a África cristã oriental, as rotas do Império Português, os silêncios coloniais, o trânsito missionário e a tensão entre fé e política. Para o leitor que chegou a Yasuke por meio do anime, da série da Netflix ou da literatura juvenil, este romance oferece algo que essas obras não pretendem oferecer: lastro histórico, imersão sensorial e consciência crítica . Pesquisa, estética e humanidade respiram juntas em cada página. Em uma frase: Yishaq: O Guerreiro Negro de Soba é o romance que devolve a Yasuke o seu continente perdido — e transforma um ícone em história total. África, Europa e Japão coexistem na mesma travessia; voz oral e arquivo escrito se inflam no mesmo fogo; mito e documento se reconciliam num só corpo narrativo . Pré-lançamento e Pré-venda A edição impressa encontra-se a venda no site da editora e também disponível também na Amazon, Mercado Livre e Estante Virtual, pelo valor de R$ 71,89, com distribuição em nove países, incluindo o Brasil. 🔗 Adquira o livro físico e veja as páginas de degustação: Yishaq Versão e-Book KindleA versão e-Book Kindle também está disponível para compra por R$ 19,13, com algumas páginas iniciais de degustação gratuitas. Acesse na Amazon: Amazon.com.br eBooks Kindle: Yishaq: O Guerreiro Nego de Soba, Lagrotta, Marcos
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